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O próximo dia 17 de Junho marcará o início da safra 2016 / 2017 da Biocom. A partir dessa data, até o dia 31 de Outubro, os mais de 2 mil trabalhadores da empresa estarão totalmente envolvidos na colheita e no processamento de 531 mil toneladas de cana-de-açúcar para a produção de açúcar, etanol e co-geração de energia eléctrica.

Para prestigiar esse momento tão importante, uma cerimónia de lançamento reunirá trabalhadores, Directoria, os sobas da região, autoridades políticas locais e regionais. Dentre estes, o Governador de Malanje, Exmo. Sr. Norberto dos Santos - “Kwata Kanawa”,  o Director Geral da Biocom, Engº Carlos Henrique Mathias, o Director Geral Adjunto, Engº Luis Bagorro Júnior, além de todo o corpo directivo da Biocom.

Na safra 2016/2017, a Biocom produzirá 47 mil toneladas de açúcar, 16 mil metros cúbicos de etanol e 155.000 megawatts de energia eléctrica. O açúcar produzido pela Biocom será destinado ao consumo do mercado interno. Já a energia eléctrica será comercializada junto a RNT (Empresa Nacional de Energia de Angola). Por sua vez, o etanol hidratado atenderá a demanda da indústria nacional de produtos de limpeza e de bebidas espirituosas.

 A maioria absoluta dos trabalhadores que farão a safra acontecer é composta de nacionais. A Biocom conta hoje com 2.125  trabalhadores nacionais e 196 expatriados, estes últimos representam  menos de 10 % da força produtiva.

Biocom, o maior investimento privado de Angola

A Biocom representa o maior investimento privado de Angola, fora do sector petrolífero, e um importante activo de desenvolvimento nacional. O processo industrial e agrícola da empresa utiliza de tecnologia altamente moderna e de ponta.

Para o Engº Luis Bagorro Júnior, Director Geral Adjunto da empresa, o sucesso da Biocom tem sido considerado como exemplo no processo de diversificação da economia angolana que prossegue com muita vitalidade. “Vivemos um momento de celebração pelo sucesso de investimentos privados que estão a fazer o país crescer em todas as Províncias. Sentimos orgulho ao fazer parte deste desenvolvimento, com a produção e comercialização do Açúcar Kapanda, além do etanol e electricidade”.

Biocom, a empresa pioneira a produzir açúcar, electricidade e etanol em Angola

Localizada no PAC - Polo Agro-Industrial de Capanda - em Malanje, no Município de Cacuso, a Biocom ocupa uma área total de 81.201 hectares. Desse total, 70.106 são agricultáveis e 11.095 são reservados à preservação permanente da fauna e flora local.

As actividades da Biocom englobam duas grandes áreas de atuação: (I) agrícola; e (II) indústria.

As tarefas na área agrícola funcionam durante todo o ano e incluem os trabalhos de preparo de solo, plantio/replantio, tratos culturais e colheita da cana de açúcar. Em 2016, esta última será realizada entre os meses de Junho  a Outubro.

Já a actividade industrial, funciona em tempo integral durante todo o período de colheita, produzindo açúcar, etanol e energia. Em 2016, essa etapa ocorrerá entre Junho e Outubro.

 Nos demais meses do ano, a indústria opera produzindo energia através da queima de cavaco de madeira oriunda do processo de supressão vegetal das áreas da fazenda. Este período também é aproveitado para proceder à manutenção de todos os equipamentos da indústria. Este regime de operação é típico da indústria sucroalcooleira em qualquer parte do mundo e decorre da impossibilidade de colheita da cana de açúcar no período de chuva.

Biocom em números

Na safra 2015/2016, a empresa produziu 24.770 toneladas de açúcar; 10.243 metros cúbicos de etanol e gerou 42.000 Mwh (megawatts) de energia eléctrica.  Na safra 2016/2017, iremos produzir 47 mil toneladas de açúcar, 16 mil metros cúbicos de etanol e garantir a cogeração de 155 mil megawatts de energia. Já na safra 2020/2021, quando atingiremos a capacidade máxima de produção da primeira fase, serão produzidos 256 mil toneladas de açúcar, 235 mil megawatts de energia eléctrica e 33 mil metros cúbicos de etanol.

Os resultados obtidos pela Biocom são possíveis porque a empresa oferece  toda a estrutura humana e física necessária ao alcance dos objectivos. Nesse sentido, conta com o mais moderno Laboratório Agrícola de Angola, com capacidade para analisar solo, folhas, correctivos e adubos, fornecendo informações relevantes para a tomada de decisões técnicas que resultam numa melhor produtividade da cultura de cana; o laboratório Agrícola da Biocom está preparado também para prestar serviços para terceiros.

A empresa mantém o seu próprio viveiro, onde são avalidas as espécies de cana-de-açúcar mais adequadas às condições climáticas e de solo da região; o viveiro de mudas pré-brotadas da Biocom tem por objectivo acelerar, através da multiplicação rápida, as variedades com alto potencial de produtividade agrícola e alta qualidade da matéria prima.

Por fim, a Biocom também é pioneira no uso de técnicas avançadas de manejo da cana-de-açúcar. Além disso, em 2016, a empresa iniciou a pulverização agrícola, para controle de praga e adubação, com o uso de aeronave. Foi a primeira experiência desse tipo em Angola pós-independência.

 

Biocom, uma empresa comprometida com o desenvolvimento dos seus Trabalhadores e das comunidades no seu entorno.

Para os trabalhadores, a Biocom dispõe programas estruturados de qualificação e aperfeiçoamento valorizando e desenvolver o talento nacional na busca de maior capacitação e consequentemente maior produtividade para poder em um curto prazo competrir com o mercado internacional.

A Biocom se preocupa também com o desenvolvimento das comunidades em seu entorno. Por conta disso, oferece programas de desporto, educação, cultura e lazer que beneficiam centenas de pessoas anualmente. Destaca-se, nesse sentido, a Escola Palancas negras, que oferece aulas de judo, jiu-jitsu e também actividades culturais para dezenas de crianças e jovens da região de Cacuso.

Para incentivar o desenvolvimento económico sustentável e promover renda, a área social da Biocom apoia um programa de agricultura familiar. Mais de 300 famílias são beneficiadas com essa iniciativa.  A empresa também dirige um projecto de fabricação de sabão neutro a partir do óleo de cozinha usado. Com esse trabalho, mais de 20 mulheres da comunidade de Cacuso têm a oportunidade de se desenvolver e gerar renda.

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